Quer Mudar o Mundo? Comece Por Sua Mente!

O que tem em comum a distribuição de renda, baixo índice de escolaridade, problemas de moradia, fome e saúde?

Todos esses temas fazem parte dos problemas que ocupam o maior espaço na mente das pessoas no nosso país.

E se você acha que é bom ter em mente essas questões, pois é discutindo sobre elas que se consegue mudar alguma coisa, eu tenho uma proposta radicalmente diferente para você.

Simplesmente pare de falar disso e faça diferente do que a sociedade espera que você faça.

E assim mude o mundo ao seu redor, de dentro para fora da sua mente.

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A “Realidade”

Há anos vivemos discutindo temas no Brasil e no mundo que provocam a nossa indignação.

Na maioria das vezes, apesar de indignados o sentimento que mais nos acompanha é a impotência e a incapacidade de transformar as coisas ao nosso redor.

Por isso eu te pergunto: discutir esses assuntos tem resolvido alguma coisa?

Eu já vivi assim. Apegado aos eventos, indignado com as coisas, revoltado pela minha incapacidade de fazer algo para mudar a realidade ao meu redor, que tanto me assolava.

Tudo que conquistei nos altos e baixos, de quando eu vivia ao sabor das emoções, vagando entre as diversas notícias ruins e pouquíssimas notícias boas dos noticiários, foi com muito esforço.

Eu também vivia indagando o motivo de tantos com tão pouco e tão poucos com muito.

Eu também me indignava quando via um colarinho branco se dando bem.

Eu também partilhava das ideias de que a sociedade poderia ser mais justa, apesar de nunca ter acreditado que os que hoje governam seriam capazes de mudar a realidade.

No fundo eu sabia que não estava ao alcance deles essa tarefa. Só restava a mim, e só resta a você que me lê agora, esse trabalho.

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O Que Mudou?

Depois de muitos anos, me submetendo às forças externas a mim, resolvi entender o que realmente acontecia no mundo que tanto influenciava a minha vida.

Resolvi me aprofundar em pesquisas para entender a psique humana e o sentido de tudo que fazemos ou deixamos de fazer.

Eu realmente me esforcei e me dizia sempre: ou eu descubro o sentido disso ou vou morrer tentando.

O que eu não concordava mais era em me manter refém da vida, dos altos e baixos, da maré de “sorte”.

Foi aí que algo mudou. Eu percebi que tinha muito mais controle sobre as coisas do que julgava ser possível.

Percebi por exemplo que eu poderia alcançar o que eu quisesse, desde que mantivesse o foco no meu objetivo, independente dos fatores externos a mim.

Se eu mantivesse o foco, poderia levar muito tempo, mas eu alcançaria qualquer objetivo.

E eu tracei um objetivo imenso para mim, na expectativa de que, se eu não alcançasse o objetivo, ao menos teria muitos ganhos secundários no caminho.

O objetivo que tracei foi entender o porque da minha existência e o porquê dos meus resultados até então.

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A Revelação

O que veio a seguir foi uma transformação de consciência que eu jamais pensara ser possível em alguém.

A minha forma de ver o mundo e a vida mudou tão radicalmente que eu jamais supunha obter o conhecimento que alcancei hoje.

O estranho é que a busca continua. E ela cresce a cada dia e eu já descobri que isso faz parte da vida, mas isso explico em outra ocasião.

O importante a dizer agora é que eu estou livre e você também pode estar. E eu vou te dizer como.

A grande carcereira da nossa vida é a nossa própria mente. Não o nosso ser, mas a nossa mente.

Nossas mentes foram “programadas” para nos manter sob determinados padrões mentais, com os quais nos alimentamos e perpetuamos nossos estados atuais.

E para justificar o fato de não alcançarmos posições melhores ela nos prega uma peça a cada instante.

Ela nos mostra motivos externos que nos “impedem” de alcançar o que queremos.

Dessa forma ela nos mantém prisioneiros de nosso meio.

Impedidos de enxergar a realidade de abundância que o Universo nos proporciona.

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Difícil Acreditar

“Aquilo a que você resiste, persiste.”
Carl Jung

A mente humana, o maior computador que conhecemos, é capaz de feitos extraordinários.

Nós não nos damos conta da capacidade de “computação” da nossa mente, mas a programação dela está errada.

A programação das nossas mentes está “configurada” para sermos medianos, para nos mantermos na nossa zona de conforto, para não corrermos riscos, para não vivermos os sonhos que tivemos na nossa infância.

Talvez em outro artigo eu explique porque, mas passamos nossa infância e juventude programando nossas mentes para nos trazer ao ponto no qual estamos agora.

Todas as decisões da nossa vida, sejam elas complexas ou simples, nos trouxeram até a esse momento.

O mais incrível e difícil de acreditar é que o meio, ou seja, o mundo lá fora, não teve nada a ver com isso.

Não foram o salário baixo, o patrão mau, o pai ausente, a mãe relapsa, a vizinhança, a escola, nem mesmo a comida ou falta dela que impediram você de chegar onde você queria estar agora.

A responsabilidade é toda sua.

Foi isso que eu aprendi de mais valioso nos estudos que fiz.

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Como Mudar a Nossa Realidade?

Foi um golpe duro na minha consciência, o dia em que eu não tive mais argumentos para refutar a hipótese, de que o mundo não me influenciou para nada além daquilo que eu tenha aceitado para a minha vida.

Aceitar o fato de que eu era o único responsável por não ter alcançado o estado que eu desejava foi muito difícil e até hoje eu ainda me pego reclamando de algum fator externo, por puro automatismo.

Mas foi uma dor necessária, na verdade fundamental para a minha mudança, para alguém que não reage ao mundo mas sim, o constrói.

Após a dor ter se aplacado, vieram dois sentimentos muito distintos.

O primeiro a ausência de limites. Eu sabia que não seria mais restrito pelas circunstâncias.

A minha vida e os meus resultados seriam totalmente oriundos da minha vontade e determinação e nada poderia me fazer voltar atrás.

A segunda foi a sensação de não ter mais onde me escorar. Não havia mais desculpas para dar. Tudo só dependia de mim.

Era uma sensação de imensidão deserta à minha frente.

Eu havia descoberto que a minha mente era um campo fértil e que eu só havia plantado lamentações.

Portanto, se eu quisesse colher algo de bom, havia primeiro que semear coisas boas nela e cuidar para que crescessem.

Foi desafiador, foi doloroso, foi solitário, pois havia muito poucas pessoas com a mesma percepção de vida ao meu redor, com quem conversar.

Mas aos poucos fui arrancando as ervas daninhas da minha mente e semeando no lugar novos aprendizados.

Esses aprendizados hoje começam a dar frutos, como esse artigo, que visa colocar um ponto de interrogação na sua mente.

Será que é útil permanecer reclamando ou se indignando pelos fatos que ocorrem no mundo?

Ou será melhor entender a nós mesmos, o funcionamento de nossas mentes e começarmos a semear um novo mundo, começando por nós mesmos, por nossas mentes?

Quem sabe assim consigamos realmente contribuir para o mundo que queremos deixar para os nossos filhos.

Se você gostou ou não desse artigo, deixe seu comentário abaixo e compartilhe com seus amigos.

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Quem sabe não consigamos alcançar algumas pessoas que queiram despertar para a batalha real, a que vivemos nas nossas mentes.

Um Abraço,
Felipe Baqui

 

Felipe Baqui

Felipe Baqui é analista de sistemas, advanced coach, especialista em desenvolvimento pessoal, tecnologia e marketing digital. Enfrentou aos 22 anos, a falência traumática de sua empresa. 10 anos depois começou um processo de autoconhecimento que possibilitou que hoje ele trabalhasse ajudando pessoas em processos de superação de grandes problemas.

Website: https://felipebaqui.com.br

2 Comentários

  1. Lessandra Brandão

    A mente é nossa maior amiga e inimiga tb Felipe!
    Ou nos libertamos com a ajuda dela ou nos degradamos de vez. A maioria das pessoas não são conscientes de sua divindade, de sua real capacidade, de seu verdadeiro poder. Acontece que ninguém está aqui a passeio! Estamos aqui para expandirmos a nossa consciência, para crescermos.. e uma hora temos que sair da ilusão, de toda alienação. Sim, dói.. nos sentimos solitários por não ter ninguém com a mesma percepção, eu tb senti na pele isso! rsrs
    Mas quando aprimoramos o funcionamento de nossa mente e descobrimos a incrível capacidade que temos de co-criar e buscamos mais e mais conhecimento sobre o grande mistério da existência, tudo fica tão prazeroso e acabamos por nos tornarmos eternos aprendizes. Tãooo bom!
    O q não enfrentamos em nós encontramos depois como destino..
    Então, vamos mudar a mente que a vida muda!

    Para os solitários de plantão..

    “A sós ninguém está sozinho
    É caminhando que se faz o caminho…”

    Um forte abraço querido, boa tarde!

    Lessandra Brandão.

    • Obrigado Lê. Estou esperando o dia em que você também começará a publicar os seus artigos. Espero retribuir todo esse carinho e apoio.
      Um grade abraço,
      Felipe Baqui

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